segunda-feira, 1 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
Ela

Acordou de olhos inchados, de alma seca. Perdeu anos de vida naquela noite.
Às vezes as palavras matam como armas! Ela sentia a dor, como que se fosse sua, daquela mulher que encontrou à porta de um bar, caída, perdida, sem voz de tanto gritar!
Soube, contou-lhe a mulher, que viver amando alguém que não corresponde é a pior das torturas. Mata lentamente!
No inicio dizia ela - temos a esperança de que vamos conseguir mudar o mundo, que a nossa força e o nosso sentimento serão capazes de nos fazer vencer.... mas todos os dias há pormenores que nos fazem cair uma e outra vez.... seguidamente.... continuamente.... e ninguém estará lá, minha querida, para te ajudar a subir!
Não ames apenas porque amas, ama apenas, se souberes que és amada!
Não dês de ti tudo de ti, ficarás nua e sem defesas....
Ela foi para casa desolado. O amor trás momentos de euforia louca.... e momentos de uma tristeza sem igual!
Pensou em si, o que havia nela, quem a traria no pensamento! Não identificou ninguém.
Adormeceu já era de manhã, de cabeça pesada e de coração perdido, como a daquela mulher, que encontrou caída à porta de um bar!
sábado, 30 de outubro de 2010
louco
Louco é aquele que mesmo sabendo a verdade e as suas consequências fecha os olhos e segue em frente!
Haverá loucura maior que amar alguém que se encontra dentro de um campo de batalha?
Haverá loucura maior que amar alguém que se encontra dentro de um campo de batalha?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Palavras da Mafaldinha
Pensei escrever-te uma carta enorme, cheias de palavras e de frases fabricadas,
Mas depois pensei que seria mais simples se abreviasse, e te dissesse apenas o quanto me fazes sorrir,
O quanto às vezes me apetece dizer chega, estou cansada,
Mas depois, vens com esse teu jeitinho próprio que me deixa sem palavras.
Por isso resolvi apenas escrever-te que quero acordar todos os dias neste estado... contigo está claro,

Porque sei que sempre me acharás sexy :) mesmo não sendo :D :D

Contigo quero apenas conhecer o mundo, mesmo que seja dentro de nós mesmo....
Porque tu ensinaste-me tudo o que faz sentido numa vida:
A amar e a ser amada.
Fim de férias
As férias quando começam são um EXPECTACULOOOOOOOOO!
Pois é, parece que o sol brilha, ou mesmo que chova vem sempre o ditado; mais vale um mau dia de praia do que um bom dia de trabalho....

No entanto quando os dias se começam a aproximar do fim é a perfeita melancolia instalada nas nossas tardes!
Irra que será assim tão difícil gostar de trabalhar!? Bem eu acho que o problema nem é não gostar de trabalhar.... mas adorar estar de férias e de papo para o ar!
Mas o que podemos dizer que contrarie o fim das férias....
Os dias passam rápido de mais eu sei.... mas enfim, pensar que para o ano à mais - afinal não falta assim tanto pois não?
Pois é, parece que o sol brilha, ou mesmo que chova vem sempre o ditado; mais vale um mau dia de praia do que um bom dia de trabalho....

No entanto quando os dias se começam a aproximar do fim é a perfeita melancolia instalada nas nossas tardes!
Irra que será assim tão difícil gostar de trabalhar!? Bem eu acho que o problema nem é não gostar de trabalhar.... mas adorar estar de férias e de papo para o ar!
Mas o que podemos dizer que contrarie o fim das férias....
Os dias passam rápido de mais eu sei.... mas enfim, pensar que para o ano à mais - afinal não falta assim tanto pois não?
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Pesa-me...
O tempo pesa-me já.
Já não existe muito mais que apenas isto, o cansaço... o enorme cansaço desta estrada curta.
O tempo pesa-me nos olhos com violência, pesa-me como pesa as folhas secas no Outono....
Pesa-me já tudo. O tempo, o que fez o tempo pesar, o peso dos dias no olhar, nesse meu olhar e nesse teu olhar.
O mundo pesa-nos na alma. A nossa alma começa a pesar ao mundo!
O teu mundo começou a ser um Outono invernoso, nesse recanto de mim que te pesa também!
O olhar foge-me, cansado desse tempo que já vai longo... nessa estrada tão curta da tua vida... desse mundo que prendeste a mim que desatas com a brevidade de um adeus!
O tempo talvez não me pese... o que me pesa é a tua solidão!
Já não existe muito mais que apenas isto, o cansaço... o enorme cansaço desta estrada curta.
O tempo pesa-me nos olhos com violência, pesa-me como pesa as folhas secas no Outono....
Pesa-me já tudo. O tempo, o que fez o tempo pesar, o peso dos dias no olhar, nesse meu olhar e nesse teu olhar.
O mundo pesa-nos na alma. A nossa alma começa a pesar ao mundo!
O teu mundo começou a ser um Outono invernoso, nesse recanto de mim que te pesa também!
O olhar foge-me, cansado desse tempo que já vai longo... nessa estrada tão curta da tua vida... desse mundo que prendeste a mim que desatas com a brevidade de um adeus!
O tempo talvez não me pese... o que me pesa é a tua solidão!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
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