"Não te quero senão porque te quero, e de querer-te a não te querer chego, e de esperar-te quando não te espero, passa o meu coração do frio ao fogo. Quero-te só porque a ti te quero, Odeio-te sem fim e odiando te rogo, e a medida do meu amor viajante, é não te ver e amar-te, como um cego."
"Segue o teu destino Rega a tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é sombra de árvores alheias. A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós mesmos somos sempre Iguais a nós prórpios. Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses. Vê de longe a vida. Nunca a interrogues. E nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos Deuses. Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Poque não pensam".
Eu nunca te quis deixar, mas achei que longe de ti estarias mais seguro e não te poderia magoar. Há amores que se encontram mas que não podem permanecer.... são amores completos mas imperfeitos... ou talvez sejam perfeitos mas incompletos! Será mais fácil para ti deixares de pensar em mim se não estiver por perto. Será mais fácil para mim se não estiveres tão perto. Nem sempre podemos viver de pleno com a vida, o mundo é um lugar estranho que habitamos, e onde nem sempre podemos habitar com quem amamos. Podemos chamar azar o encontro de duas almas que se amam e que não se podem ter, eu talvez chame a isso uma feliz coincidência.... afinal a minha estadia neste mundo não foi em vão! Encontrei-te, amei-te, tive-te, e sei que me amas-te desde o inicio! E cada vez que me lembrar dos teus braços sobre os meus.... saberei que foi nessa altura que soube onde era a minha casa. Nem sempre consigo parar para pensar se quero desistir, ou se quero que me prendas.... se me deixo salvar ou se me afogo.... mas sei que não te quero magoar. O amor tem coisas estranhas.... Largar alguém porque se a ama é algo fascinante e medonho! Terá o amor de ser assim tão mistiriosamente cruel e perfeito? Teremos nós de morrer sem nos termos? Teremos nós de viver sabendo que nos achamos, que nos amamos que nos perdemos? Terei eu de viver sem ti? Parece-me que sim! Mas espero que vejas para além destas palavras, espero que entendas que te espero a cada esquina, a cada momento serei bonita para que me olhes, se me encontrares novamente. Espero que me lembres e relembre como eu sou!
A sensação de desespero caíu-me sobre os ombros! Pesam-me da frustração de te amar, de me expor, de te odiar. O sangue corre-me nas veias, por esta altura a uma velocidade desconhecida, não vejo, não sinto.... estou sufocada pela raiva que tenho de não poder dizer-te que te odeio de tanto te amar! Não minhas mãos ainda tenho o formato do teu rosto, sinto-o encostado à minha palma pedindo atenção. Na minha memória tenho ainda o perfume do teu corpo. No coração a raiva de seres essa falta, de seres esta minha sensação de solidão! Deixa-me dizer-te que te odeio, que te odeio com tal violência, que me queima.
Quem julgas que és, para chegares e não saires e não ficares e não quereres e não deixares? Quem pensas tu que és?
2am, where do I begin Crying off my face again The silent sound of loneliness Wants to follow me to bed
I'm the ghost of a girl That I want to be most I'm the shell of a girl That I used to know well
Dancing slowly in an empty room Can the lonely take the place of you I sing myself a quiet lullaby Then you go and let the lonely in To take my heart again
Too afraid, to go inside For the pain of one more loveless night For the loneliness will stay with me And hold me till I fall asleep
I'm the ghost of a girl That I want to be most I'm the shell of a girl That I used to know well
Broken pieces of A barely breathing story Where there once was love Now there's only me And the lonely...